Photo 31 May 193 notes

(Source: hankthepige0n)

via Eager Eyes.
Photo 30 May 495 notes
Video 25 May 406 notes

Radeo *-*

Video 25 May 285 notes
Quote 25 May

Eu mudaria por você.

Só que

descobri que nos completamos

— Eu poetizando o que não sei
Photo 4 May 1 note Quando alguém começa a fazer parte da sua vida. Muito obrigado por (co)existir

learning-to-talk-again:

Coexistir.v.i - ato de existir ao mesmo tempo. 
Acho que consigo encontrar umas aplicabilidades raras para exemplificar o termo
O nosso carinho coexiste com a nossa implicância.A nossa admiração coexiste com as nossas zueiras a respeito um do outro.O nosso respeito coexiste com as nossas brigas.
É, acho que, pelo menos pra gente, deu pra entender. Não que seja fácil de explicar, porque não é. Mas é fácil de existir, de ser vivido. Parece, pelo menos pra mim, algo tão natural que muitas vezes foge ao nosso controle. De maneira inexplicável nos sentimos a vontade perto um do outro ao mesmo tempo em que muitas vezes queríamos nos matar. E ainda sim sabemos que, se concretizássemos o ato (matar um ao outro), iríamos sentir um vazio, uma falta, um arrependimento quase que insuportável.
Somos nós mesmos, não medimos palavras, não pensamos muito nas consequencias, gritamos, sofremos, já até choramos, mas rimos tanto. Compartilhamos de gostos, gestos, jargões, olhares, ritmos. As vezes tenho até a sensação de que, juntos, vivemos em um mundo paralelo, onde as coisas são diferentes, os limites são extrapolados e onde mesclamos sentimentos opostos que nos levam ao que temos.Aliás, o que temos?!
Gozamos de mais intimidade que meros colegas, sei lá se podemos ser chamados de amigos. Mas o que temos é nosso. Não precisa ser definido. Diga-se de passagem, definições tem um grande poder de restringir. E nós mal sabemos o significado de restrição. Ou você consegue me dizer o que é restrito para nós?!Então resolvi pela primeira vez admitir.Sim, eu amo.Mas não no amor convencional. Comum de mais quando se trata de dois seres sem esteriótipos, ou melhor, que burlam os seus esteriótipos.
Eu amo de um jeito ingênuo, mas ao mesmo tempo maduro. Amor este que por muitas vezes se aproxima do ódio e da loucura. Mas que coexiste bem com o que temos construído, aliás, em muito pouco tempo. E, não sei se por problemas de interpretação, mas eu diria que você entendeu muito bem o que eu quis dizer.Então posso me resumir a isto: coexistimos. Com inúmeras semelhanças, diferenças, sentimentos, crenças. Mas acima de tudo, respeitamos o que temos e, ao nosso modo, respeitamos também um ao outro. Confiamos, nos deixamos levar. Somos de tudo um pouco. Amigos, inimigos, já fomos até mais que tudo isso.E, o que estiver além disso é transgressor.E, aliás, ouvi dizer que as coisas ‘transgressoras são espetaculares’. 

Quando alguém começa a fazer parte da sua vida. Muito obrigado por (co)existir

learning-to-talk-again:


Coexistir.
v.i - ato de existir ao mesmo tempo. 

Acho que consigo encontrar umas aplicabilidades raras para exemplificar o termo

O nosso carinho coexiste com a nossa implicância.
A nossa admiração coexiste com as nossas zueiras a respeito um do outro.
O nosso respeito coexiste com as nossas brigas.

É, acho que, pelo menos pra gente, deu pra entender. Não que seja fácil de explicar, porque não é. Mas é fácil de existir, de ser vivido. Parece, pelo menos pra mim, algo tão natural que muitas vezes foge ao nosso controle. De maneira inexplicável nos sentimos a vontade perto um do outro ao mesmo tempo em que muitas vezes queríamos nos matar. E ainda sim sabemos que, se concretizássemos o ato (matar um ao outro), iríamos sentir um vazio, uma falta, um arrependimento quase que insuportável.

Somos nós mesmos, não medimos palavras, não pensamos muito nas consequencias, gritamos, sofremos, já até choramos, mas rimos tanto. Compartilhamos de gostos, gestos, jargões, olhares, ritmos. As vezes tenho até a sensação de que, juntos, vivemos em um mundo paralelo, onde as coisas são diferentes, os limites são extrapolados e onde mesclamos sentimentos opostos que nos levam ao que temos.
Aliás, o que temos?!

Gozamos de mais intimidade que meros colegas, sei lá se podemos ser chamados de amigos. Mas o que temos é nosso. Não precisa ser definido. Diga-se de passagem, definições tem um grande poder de restringir. E nós mal sabemos o significado de restrição. Ou você consegue me dizer o que é restrito para nós?!
Então resolvi pela primeira vez admitir.
Sim, eu amo.
Mas não no amor convencional. Comum de mais quando se trata de dois seres sem esteriótipos, ou melhor, que burlam os seus esteriótipos.

Eu amo de um jeito ingênuo, mas ao mesmo tempo maduro. Amor este que por muitas vezes se aproxima do ódio e da loucura. Mas que coexiste bem com o que temos construído, aliás, em muito pouco tempo. E, não sei se por problemas de interpretação, mas eu diria que você entendeu muito bem o que eu quis dizer.

Então posso me resumir a isto: coexistimos. Com inúmeras semelhanças, diferenças, sentimentos, crenças. Mas acima de tudo, respeitamos o que temos e, ao nosso modo, respeitamos também um ao outro. Confiamos, nos deixamos levar. Somos de tudo um pouco. Amigos, inimigos, já fomos até mais que tudo isso.
E, o que estiver além disso é transgressor.
E, aliás, ouvi dizer que as coisas ‘transgressoras são espetaculares’.
 

Photo 28 Apr 4,839 notes josoylobon:

novissima geracao da MPB

josoylobon:

novissima geracao da MPB

(Source: katvondevious)

Photo 26 Apr 663 notes
Photo 26 Apr 257 notes
Photo 26 Apr 644 notes

Design crafted by Prashanth Kamalakanthan. Powered by Tumblr.